abril 29th, 2009 · 1 Comment
Gostaria de avisar a todos os leitores deste blog que recebemos ontem, um aviso que a TV NAZARÉ não tinha mais interesse de manter o programa “Acreditando na Família” no ar sem um patrocinador.
Queremos afirmar que de forma alguma temos qualquer sentimento de raiva por esse fato, mas pelo contrário, temos sentimento de agradecimento a TV NAZARÉ e principalmente a Dom Orani que apostou no programa durante todo o tempo que esteve a frente da Arquidiocese de Belém.
Lamentamos apenas o fato de não podermos ter nos despedido no ar e de saber que tantas famílias que tinham o programa como a grande esperança de resgates de seus familiares hoje não possam mais contar com ele.
De qualquer forma, com ou sem tv, o grupo de oração vai continuar para todos aqueles que estiverem presentes no auditório da Comunidade em Belém.
Nossa Senhora de Nazaré, rogai por nós!
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Bispos e associações recolhem assinaturas até amanhã, quinta-feira
MANASSAS, Virginia, quarta-feira, 8 de abril de 2009 (ZENIT.org).- Numerosas organizações estão se unindo à Conferência Episcopal dos Estados Unidos para protestar publicamente pela proibição da objeção de consciência aos profissionais da saúde.
Amanhã, 9 de abril, acaba o prazo para apresentar alegações (comentários públicos) à proposta de proibir que médicos e enfermeiras pró-vida adiram à objeção de consciência.
A Cardeal Newman Society anunciou ontem, mediante um comunicado de imprensa, que dezenas de grupos estão se unindo para pedir às pessoas que atuem e assinem um pedido contra este retrocesso no direito de objetar.
A declaração alerta: «A administração de Obama está trabalhando ativamente para eliminar as objeções de consciência razoáveis que impedem a discriminação dos médicos e enfermeiras que se negam a realizar intervenções moralmente censuráveis como o aborto».
«Por favor, os médicos e as enfermeiras que estão a favor da vida precisam da sua ajuda hoje mesmo!», assinala.
As organizações criaram um site, www.freedom2care.org, para recolher assinaturas para apresentar este pedido e informar as pessoas do que está em jogo.
Na rede: site de proteção de consciência da Conferência Episcopal: http://www.usccb.org/conscienceprotection/
Freedom2Care: http://www.freedom2care.org
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Somente para entender melhor.
Por lei, todos nós podemos nos recusar a fazer algo que não queremos quando isso fere nossa consciência, nossa fé, nossos conceitos.
Para os médicos e enfermeiros, é a mesma coisa. Se eles não quiserem fazer um aborto, devido ao fato de defenderem a vida, eles podem abrir mão do procedimento e outro médico é chamado para realizá-lo e o fará caso não tenha nenhum problema ético quanto a isso. Isso é chamado de objeção de consciência.
Agora, como o número de médicos contrários ao aborto está crescendo muito devido a várias campanhas, o governo federal do “Sr.Salvador do Mundo” Obama, está com projeto de Lei para acabar com objeção de consciência nos EUA. Ou seja, o médico será OBRIGADO a fazer o aborto sob pena de prisão e todas as sanções penais.
Isso não é uma forma de escravidão? Onde está a democracia tão pregada pelo governo americano em todos os países do mundo? QUE VERGONHA!
E por favor, amigos navegantes deste blog! Não pensem que isso é apenas nos EUA. Hoje, no Brasil, onde o aborto é feito legalmente por causa de estupro e perigo de morte da mãe, também já existem projetos para acabar com a objeção de consciência dos médicos e enfermeiros que se opõe a realizar o procedimento.
A nossa sociedade está morrendo. Acendamos uma vela antecipada pelo mundo!
VEM SENHOR, JESUS!!!!!!!!!!!
N.Senhora de Nazaré, rogai por nós!
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Afirma o diretor da Rede Jesuíta Africana contra a AIDS
Por Roberta Sciamplicotti
ROMA, quinta-feira, 2 de abril de 2009 (ZENIT.org).- As palavras pronunciadas por Bento XVI ao início de sua viagem à África sobre o uso do preservativo na prevenção da AIDS provocaram uma tempestade nos meios de comunicação, mas são «um chamado ao despertar humano e espiritual» e não são em absoluto «irrealistas e ineficazes», sustenta o Pe. Michael Czern SJ, diretor da Rede Jesuíta Africana contra a AIDS (AJAN).
Em um artigo publicado em Thinking faith, a revista virtual dos jesuítas britânicos, o Pe. Czerny explica que o Papa sublinhou um contraste fundamental entre o enfoque da Igreja e o que caracteriza os governos e organizações internacionais: «A política de saúde pública tem a ver com números e tendências, não com rostos e pessoas humanas. A visão cristã inclui tudo isso, mas amplia e aprofunda esta política».
«Com uma visão integral, a Igreja vê cada pessoa como um filho de Deus, como um irmão ou uma irmã, cada um capaz tanto de pecado como de santidade (…) Frente não só à AIDS, mas às múltiplas crises em cada lugar do continente, os africanos têm um bom motivo, baseado na experiência, para crer na audaz visão da Igreja sobre eles.»
Sobre a afirmação do pontífice de que os preservativos não são uma resposta à enfermidade, mas que às vezes aumentam o problema, o Pe. Czerny sublinha que é preciso considerar «duas questões diferentes: o status moral dos atos individuais e a possibilidade de uma estratégia que compreende populações inteiras».
Sobre os atos individuais, o jesuíta observa que, segundo os especialistas, quando o preservativo se usa corretamente, pode reduzir a possibilidade de infecção. «Fazer algo equivocado poderia ser mais seguro com um preservativo, mas a segurança não faz que o ato seja correto», comentou.
Quanto à estratégia dirigida a populações inteiras, segundo Czerny o fato de que o uso do preservativo tenha reduzido os índices de contágio, é verdade só fora da África e em subgrupos identificáveis, como prostitutas e homens homossexuais, «não para uma população em geral».
«Na realidade, a maior disponibilidade e o maior uso de preservativos estão consistentemente associados a mais altos (e não mais baixos) índices de infecção do HIV, talvez porque, quando se usa uma ‘tecnologia’ que reduz o risco, como os preservativos, -seperde com frequência o benefício (a redução do risco) porque as pessoas se colocam em mais ocasiões de contágio que se não tivessem tecnologia.»
No âmbito público, portanto, «uma política agressiva, baseada no preservativo, aumenta o problema porque afasta a atenção, a credibilidade e os recursos de estratégias mais eficazes, como a abstinência e a fidelidade», que «gozam de pouco apoio nos discursos ocidentais dominantes mas se apoiam em uma sólida pesquisa científica e sempre se incluem e inclusive se favorecem nas estratégias nacionais contra a AIDS na África».
O Pe. Czerny declara que a promoção dos preservativos como estratégia para reduzir as infecções de HIV na população em geral «se baseia na probabilidade estatística e na plausibilidade intuitiva», «mas o que falta é o apoio científico».
«Um preservativo é mais que um pedaço de látex – acrescenta; é também uma declaração sobre o significado da vida. Se na Europa ou no norte da América a ideia é bastante aceitável (ainda que não totalmente), na África a fertilidade é elogiada e o preservativo aparece como estranho e estrangeiro, e estranhos também os valores que encarna.»
Um jesuíta na África do Sul, recorda, disse-lhe que «a maior parte dos africanos pensa que ‘o Papa e os preservativos’ são um espetáculo montado pela mídia e não uma questão pela qual valha a pena gastar mais tinta».
Como recordou Bento XVI, a solução à questão deve incluir dois elementos: sublinhar a dimensão humana da sexualidade, que deve estar «baseada na fé em Deus, no respeito de si mesmo e do outro e na esperança no futuro», e «uma verdadeira amizade oferecida sobretudo a quem sofre».
Este serviço «compassivo e generoso» é o que se vive na África «praticamente desde o princípio»: «os enfermos de AIDS encontraram em geral aceitação, alívio e assistência por parte da Igreja, sejam membros dela ou não».
«A formação da consciência e o tratamento desinteressado devem ir juntos – sublinha. Uma Igreja que serve incansavelmente os necessitados é também crível no ensinamento e na formação que oferece.»
O Pe. Czerny conclui recordando que «a maior parte dos africanos, católicos ou não, está de acordo» com as palavras do Papa porque considera o que disse «profundo e verdadeiro».
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